sexta-feira, 22 de abril de 2016

A lata de feijão frade que ficou comedouro para aves!

Alimentador barato e fácil de fazer!
Reciclar , reutilizar ,reduzir a pegada poluidora ... transformar uma lata de conserva (feijão, grão, ananás, pêssego) em algo útil para outros instruiremos (as aves) !



En casa temos quase os materiais , um cabider , uma lata de feijão frande , um bocado tde tábua, alguns parafusos e um lapís . Material de trabalho: serra tico-tico,berbequim, martelo, chave de fendas, alicate , fita métrica e  esquadro licha de madeira, 



retirar a frente e o fundo das latas , bater com o martelo nas pontas da lata cortada de modo a esbatelas o mais possivel , para evitar cortes nas mão e depois nas aves. Dividir um dos bocados retirados ao meio, para fazer doois moldes iguais em madeira, que poosteriomnte seram para fazer uma "taça" para colocar a comida das aves.


Deve fixar a madeira à lata como vê na fotografia, 


Depois dos dois bocados de madeiras aplicados à lata , corte dois bocados de madeira um deve ficar mais curto como esta a ver na fto para que o telhado fique com a mesma medida.
Na lateral que une as duas partes do telhado deve colocar um pouco de cola "silicolna" para que revista a madeira da entrada da água.Fixe o telhado à lata com 4 parafusos.
Agora corte o arame com o alicate e dobre as pontas para dentro como esta na foto, fazendo um triângulo ou uma meia lua.

 Bom uma broca do diametro do lapís fure a madeira para permitir que o lapís entre de um modo apretada.


 Esta feito.
Para ficar melhor , se desejar pinte a parte de fora da lata de castanho e a madeira, deixe secar , tem duas finalidades, uma tornar o alimentador resistente ao tempo , segundo, torna-lo um objecto menos extranho às aves.Pode decoral com bocados de musgo seco enm fim a criatividade de cada um mandará no resultado final ;).

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Ninho para aves de rua ... torne o seu jardim mais atractivos para as aves, uma actividade que pode fazer em família!

Onde houver pinheiros haverá a conhecida lagarta do pinheiros, umas das formas de reduzir essa praga é colocar ninhos nas árvores,  possibilitando que o chapim nidifiquem nessa zona , e o chapim  é um dos maiores predadores desse tipo de lagartas .




Tentem fazer de um domingo normal um dia de família que pode ajudar outras famílias ;) tentar não custa ...

Life in Syntropy

Reduzir, reciclar e reutilizar - Alimentador para aves de rua ...

O que fazer com os paus das espetadas, do arame do cabide, com mais ou menos jeitinho e está feito um alimentador para aves ? Hora reciclar de um modo decorativo e útil para as aves! Mesmo à medida (pão de forma) ...mas pode levar outros tipos de pão, basta caber lá !


terça-feira, 12 de abril de 2016

Um canário que gosta de beijinhos

Reconhece o seu nome e adora a dona. Adriana já não se imagina sem ele! 


 - Pedrinho foi o melhor presente de aniversário que Adriana Freitas podia ter tido. Recebeu-o no dia em que fez nove anos e desde então tornaram-se grandes amigos.
 - O canário gosta de poisar na cabeça da dona e de pendurar-se nos seus cabelos. "Ele bica no meu dedo quando quer brincar e eu gosto de dar-lhe beijinhos nas penas. Tem uma relação especial comigo. Quando saio de casa, a minha mãe diz que ele começa a piar, como se estivesse a lamentar-se, porque não quer que eu vá", conta Adriana.
 - O nome foi escolha sua, inspirada numa personagem de desenhos animados. "E o pássaro já o reconhece", garante a dona. "Quando eu chamo, ele olha para mim."
 - Apesar de ter a sua casinha ? um grande gaiola onde passa grande parte do tempo ? o Pedrinho é uma canário privilegiado, pois também voa solto pela casa: "Quando a minha mãe me deixa, eu solto-o, para ele poder voar. Mas uma vez foi contra o vidro da janela. Ia a voar, eu falei, ele virou-se e pumba! Bateu no vidro!"
 - O Pedrinho é alimentado com uma mistura de sementes para pássaros. Além disso, Adriana dá-lhe maçã e brócolos, em dias alternados e uma papa vermelha para manter a cor viva das penas. Mudar a água e lavar o bebedouro também fazem parte das suas obrigações.
 - Hoje, já não consegue imaginar a sua vida sem o canário: "Faz-me muita companhia, mesmo quando não está a cantar!" 
De onde vêm  os canários? 
Os canários são originários das ilhas Canárias e é por isso que ficaram com este nome. O nome científico da espécie é Serinus canaria. Os navegadores, no séc. XV, levavam-nos de presente aos seus reis, depois das expedições às ilhas. Foi assim que se espalharam pelo mundo, tornando-se animais de companhia e paixão de criadores nos cinco continentes. Mas ainda existem em estado selvagem nas Canárias, nos Açores, na Madeira e em Cabo Verde. 
Por que se diz 'amarelo-canário' ?
Convencionou-se chamar assim a um tom de amarelo muito vivo, comum nos canários de cor.
Existem muitos canários diferentes?
Existem várias raças de canários, divididas em quatro grandes grupos: de cor, de canto, de porte e silvestres. Só nas raças de cor, existem mais de 300 classes registadas! O Pedrinho é um canário de cor mosaico-vermelho. Há imensas combinações de tons diferentes e também há aqueles que são uniformes. 
O que distingue os machos das fêmeas?
Existem raças em que as cores são diferentes em machos e fêmeas. Mas nem sempre é fácil distingui-los. O canto é, em muitos casos, um fator distintivo mais seguro do que a cor: os machos cantam mais e melhor do que as fêmeas ? é uma forma de atraí-las na fase de acasalamento.
É possível aumentar a intensidade das cores das penas? 
Sim. Basta dar aos  canários, na altura da muda da pena, substâncias corantes, todos os dias, na alimentação ou na água! Os criadores procuram obter as cores mais bonitas. E participam em concursos onde é avaliada a beleza das cores, segundo inúmeros critérios. 
De onde vêm  os canários? 
Os canários são originários das ilhas Canárias e é por isso que ficaram com este nome. O nome científico da espécie é Serinus canaria. Os navegadores, no séc. XV, levavam-nos de presente aos seus reis, depois das expedições às ilhas. Foi assim que se espalharam pelo mundo, tornando-se animais de companhia e paixão de criadores nos cinco continentes. Mas ainda existem em estado selvagem nas Canárias, nos Açores, na Madeira e em Cabo Verde. 
Por que se diz 'amarelo-canário' ?
Convencionou-se chamar assim a um tom de amarelo muito vivo, comum nos canários de cor.
Existem muitos canários diferentes?
Existem várias raças de canários, divididas em quatro grandes grupos: de cor, de canto, de porte e silvestres. Só nas raças de cor, existem mais de 300 classes registadas! O Pedrinho é um canário de cor mosaico-vermelho. Há imensas combinações de tons diferentes e também há aqueles que são uniformes. 
O que distingue os machos das fêmeas?
Existem raças em que as cores são diferentes em machos e fêmeas. Mas nem sempre é fácil distingui-los. O canto é, em muitos casos, um fator distintivo mais seguro do que a cor: os machos cantam mais e melhor do que as fêmeas ? é uma forma de atraí-las na fase de acasalamento.
É possível aumentar a intensidade das cores das penas? 
Sim. Basta dar aos  canários, na altura da muda da pena, substâncias corantes, todos os dias, na alimentação ou na água! Os criadores procuram obter as cores mais bonitas. E participam em concursos onde é avaliada a beleza das cores, segundo inúmeros critérios. 

Retirado do site:http://visao.sapo.pt/visaojunior/animais/um-canario-que-gosta-de-beijinhos=f742698

domingo, 13 de março de 2016

65º Campeonato Brasileiro de Ornitologia Amarora 2016


"Bicudo" volta à Natureza ... Brasíl

Afinal a criação em cativeiro por criadores legais e conhecedores do maneio das aves , também pode ajudar a NATUREZA! Obrigado Ornitologia wink emoticon
video


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Entre amigos com o criador e amigo Sílvio Duarte!

SILVIO MARTINS DUARTE

Sócio da Associação Ornitológica de Coimbra e da SPO (Sociedade Portuguesa do Ondulado). 















STAM 405-N








PALMARÉS:
Campeão do Mundo em periquitos asa clara serie azul.

Campeão do Mundo em periquitos opalino serie azul.
Campeão no Internacional do Atlântico em asa clara serie azul.
Melhor periquito de cor no Internacional do Atlântico.
Campeão na Expo-Ibérica em Tondela .
Entre outros a nível nacional…

Morada: Pereira
Contacto: 910003609

Tudo começou por volta dos meus 11 anos em Alcains, Castelo Branco com um “casal de machos” de periquitos australianos.
Visitei a casa de um criador vizinho, em que eu todos os dias ouvia o “barulho” dos periquitos, naquele dia, lá perdi a vergonha e fui-lhe pedir para ver os periquitos, bem, fiquei lá duas horas enquanto o senhor tratava da passarada e ia-me dizendo algumas coisas. Foi então para meu espanto que ele disse, leva estes dois, são novinhos ainda mas é um casal.
Passados alguns meses largos, nem um ovo…



Decidi então procurar a quem sabia o porque de não criarem, foi ai que me disseram, a fêmea tem “o bico castanho” e o macho “bico azul”, voltei para a casa apressado e claro, tinha dois machos.
Desolado, lá implorei à minha mãe para que me compra -se mais uma gaiola e duas fêmeas, o que até cedeu (para desgraça dela) risos… Comecei a gostar de ver as duas gaiolas os 4 periquitos a criar e lá começaram a vir mais periquitos e mais gaiolas. Mais tarde comecei a visitar as lojas e ai é que me apercebi do quanto gostava disto, pelas horas que o “ Ti Fernando” dizia que la passava a olhar para as voadeiras, Adquiri caturras, canários, rolas diamante, rolas turcas, pombos correio, mandarins, rouxinóis do japão, bengalins, periquitos ingleses, degolados, bicos de chumbo, bicos de lacre e mais periquitos australianos era o delírio em casa.
Assim perdurou algum tempo, até que chegou a ida para a tropa e o “vício” teve de ficar em standby durante 10 anos.
À cerca de 3 anos atrás, adquiri ao grande amigo Luís Miguel dois casais de periquitos australianos (que de um destes casais me nasceu um halfsider), e a outro grande amigo Olavo Cabaço os ingleses, tudo recomeçou assim…
Desde então, tento aprender cada vez mais e subir degrau a degrau, para isso valho-me dos meus grandes amigos e mestres, e de uma grande ferramenta chamada “internet”… mas nem tudo o que se ouve e lê está correto!
Tenho como objectivo, um dia ser Juiz de psitacídeos, quiçá um dia….
 Neste momento, crio com cerca de 50 casais, em que tenho quase todas as mutações (ex: poupas, lacewings, fallow, texas clearbodie, etc…), tanto ingleses como australianos, e crio com o objectivo de exposição.
Pode parecer fácil mas não é… Felizmente em Portugal temos um já Campeão do Mundo em periquitos ingleses, o grande amigo Rui Teixeira de Gaia, com quem tive o privilégio de aprender muita coisa entre muitos outros campeões. 

O nível em Portugal de australianos e ingleses tem vindo a crescer e muito, e aqui falo de quantidade e muita qualidade, para mim é um orgulho ver, cada vez mais criadores a criarem periquitos e anilha-los, outro aspecto bastante importante neste hobbie.
Como em tudo na vida, as criações umas vez correm bem outras vezes correm mal, se calhar mais vezes correm mal (risos), é preciso muita persistência e força de vontade, DESISTIR É QUE NUNCA!!!!





















Falando de criar:
Como já disse, estou a trabalhar com cerca de 50 casais, na alimentação a parte mais importante de todas, forneço sementes em que a alpista é 70% a alimentação dos periquitos, e em que os restantes 30% englobam painço e milho alvo e aveia. Neste momento ainda faço eu a mistura, embora que irei começar a fornecer a mistura para periquitos da Slaats.

Em termos de papa, ainda em fase de experimentação e a gostar do resultado a da Easyyem, junto uma boa base de vitaminas e aminoácidos da marca TOPVIT, na minha opinião não é preciso juntar mais nada. Esta marca é me fornecida através do Dr. Miguel Morais, Médico Veterinário de aves em Gaia-Porto.
No meu aviário um dos defeitos, é não ter luz solar, o que para mim é uma pena, o sol é muito importante para a vida, e às aves faz muito bem, mas por enquanto ainda não é possível, em termos de temperatura, está sempre entre os 17º graus e os 23º graus e humidade a 62%.


Crio com gaiolas individuais para cada casal e com medidas de 50x50x40 para ingleses e 40x40x30 para australianos, sempre ou quase sempre de Setembro a Maio, no descanso, separo as fêmeas dos machos e vão descansar todos para a voadeira.

Em relação aos tratamentos, assumo que usos químicos e naturais, e geralmente o esquema é o seguinte para a preparação dos casais:
  1. Complexo B
  2. Água limpa
  3. Pré-biótico
  4. Água limpa
  5. Complexo B
  6. Água limpa
  7. Tratamento da cocidiose
  8. Água limpa
  9. Complexo B
  10. Água limpa
  11. Desparasitação
  12. Pró-Biótico

























Com isto na minha opinião estão prontos a serem juntos e a começarem a criar.
Os critérios que uso para juntar casais, varia em função se quero obter alguma mutação fora do que é normal, e regra geral é por compensação, tentar compensar os defeitos de um e do outro.
Outros cuidados que tenho na criação, todos os dias mudo a água e coloco hexaplus, retiro o excesso de cascas dos comedouros.





Abro os ninhos, limpo os mais sujos colocando sempre aparas de 
no fundo, ajuda a manter as crias mais limpas e respectivos ninhos, faço questão de pegar nas crias para 
se habituarem, tornando-se ou não mais calmas.

 Estes cuidados são importantes, muito mesmo, prevenção é uma palavra muito bonita mas que muitos poucos a praticam, desta forma vemos o evoluir da cria e se tivermos que intervir vamos a tempo de haver desfechos tristes (mortes, abandonos etc…),











































infelizmente uma doença nos periquitos em que não temos” mão” é a muda francesa, infelizmente ainda não há uma cura, mas isto é conversa para outra altura.
Outro ponto importante é o anilhamento das aves, que ocorre por volta dos 8,10 dias de idade, com diâmetro de 4.00 para os australianos e 4.5 para os ingleses, por volta dos 20 dias, poderão ocorrer outros incidentes, tais como os progenitores iniciarem outro cio e desta forma passarem a ver as crias como “inimigos” e atacam-nas, por vezes matando mesmo, outras ferindo-as, para que isso não aconteça, por volta destes 20 dias se noto que existe este comportamento, separo a fêmea das crias e macho e deixo apenas o macho a cuidar das crias, afinal o papel do macho é galar a fêmea e alimentar os filhos, claro que isto requer também visionamento por parte de nós, ver se o macho de facto alimenta ou não as crias, se não, retira-se o macho e coloca-se a fêmea, eu faço-o e tem corrido bem.
Nesta altura as crias já têm dentro do ninho sempre espigas de painço para irem aprendendo a comer, para depois na fase do desmame não custar tanto. Entre os 35 a 40 dias retiro as crias dos pais e vão para as voadeiras. Nestas voadeiras apenas estão as crias até aos 4 meses, depois noutra dos 4 aos 7 meses e depois a geral onde vão a partir dos 7 meses para o pé dos adultos.
Para gestão de todo o meu plantel, uso o programa birdsinnet, que na minha opinião é uma excelente ferramenta.



Na preparação das Exposições, olho sempre para a condição da ave, à cor, mutação, desenho, postura etc…
Para treino, uso as gaiolas de exposição, em que coloco apenas uma ave em cada gaiola e tento que tenham sempre o máximo de treino. No regresso das aves a casa, a recuperação passa, por colocar as aves na voadeira, para esticarem as asas em voo, e por um complexo B nada mais.


Como a conversa já vai longa e o entrevistador já está cansado (risos)… deixo um conselho para o pessoal novo e não só, é importante que se inscrevam numa associação ou clube perto de vós, desta forma conhece-se mais criadores, e toda a ajuda é bem vinda, trocam-se ideias, experiências, descobrem-se alguns truques, e também, porque só estando inscrito em alguma associação ou clube poderão ter anilhas federativas para poderem anilhar as aves e levar a concurso, isto claro, se for a vossa vontade. Comecem com aves a preços acessíveis, para poderem crescer a cometer erros, porque aprende-se é com os erros, com experiências, para subirem degrau a degrau.


Para completar esta entrevista saliento.
Este ano, em termos de exposições correu muito bem, foi totalmente o oposto ao que eu estava á espera depois de uma época desastrosa, “marquei” em todas o que deixou muito contente, depois no Mundial em Matosinhos, tive dois campeões do mundo, dá logo outro ânimo!





Lembrem-se.

Eu tentei 99 vezes e falhei, mas na centésima tentativa eu consegui, nunca desista de seus objectivos, mesmo que esses pareçam impossíveis, a próxima tentativa pode ser a vitoriosa…”

Albert Einstein
Muito obrigado amigo pela entrevista, desejo-te toda a sorte do mundo, aquele abraço!

Texto : Sívio Duarte
Fotos: Osvaldo Sereno,Sílvio Duarte